segunda-feira, outubro 08, 2007

Como a luz que mostra o caminho,
como a estrela que guia o marinheiro,
como o cheiro de mar que te lembra o verão,
assim seja o abraço que te envio.
Porque as velas ardem mesmo até ao fim.

Um beijo amiga.

PARABÉNS BIJU!

Um ano volvido, e cá estou de novo para te desejar um FELIZ ANIVERSÁRIO, hoje que completas 27 aninhos.

Que este ano desembrulhes muitas alegrias, surpresas agradáveis, conquistas e tudo aquilo que mais desejas.

PARABÉNS!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, setembro 27, 2007

Definir o Amor...


Letra de musica da Maria Rita (novo CD Samba Meu)

sexta-feira, setembro 21, 2007

E depois do Verão...

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Tu vieste em grande
Eu te aproveitei
Tu te deste em calor
Eu tudo te dei
Em tua praia, Verão
Eu adormeci
Banhei-me no mar
E ao mergulhar
Renasci
E depois do Verão
O dizer adeus
O ficarmos nós
Eu e o Outono...
Até para o ano que vem, meu Querido Verão!!!!!!!!

sexta-feira, setembro 14, 2007

OS ALICERCES DA PAZ INTERIOR

A minha mensagem é a prática do amor, da compaixão e da bondade. Estas qualidades são muito úteis para vivermos nosso quotidiano mais harmoniosamente, e também muito importantes para a sociedade humana como um todo.
Aonde quer que eu vá, sempre aconselho as pessoas a serem altruístas e bondosas. Tento concentrar toda a minha energia e força espiritual na disseminação da bondade. É o que há de mais essencial. A bondade é o que realmente importa. A bondade, o amor e a compaixão combinados são sentimentos que levam à essência da fraternidade. São os alicerces da paz interior.

A esperança de haver paz, preservação do meio ambiente e uma abordagem mais humana aos problemas do mundo parece estar mais presente que nunca.
Ninguém pode prever o que acontecerá em algumas décadas ou séculos, por exemplo, qual o impacto que o desflorestamento terá sobre o clima, o solo, as chuvas. Temos muitos problemas porque as pessoas estão centradas nos seus próprios interesses, em ganhar dinheiro e não estão pensando no bem-estar da comunidade como um todo. Não estão pensando na Terra a longo prazo, e nos efeitos ambientais adversos sobre o homem. Se nós, da actual geração, não refletirmos sobre estas questões agora, as gerações futuras não terão como lidar com elas.

Muitos de nós juntam-se sob o mesmo sol resplandecente, falando línguas diversas, vestindo indumentárias diferentes e até mesmo possuindo crenças distintas. Contudo, nós todos somos idênticos como seres humanos e individualmente únicos. Desejamos todos, indistintamente, a felicidade e não o sofrimento. Mesmo que não possamos resolver certos problemas, não devemos nos frustrar. Como humanos devemos enfrentar a morte, a velhice e doenças, que, tal qual um furacão, são fenómenos naturais que fogem ao nosso controlo. Devemos enfrentá-los, não podemos evitá-los. São sofrimentos que já bastam em nossa vida. Por que criarmos mais problemas por apego à nossa ideologia ou porque pensamos de maneira diferente? É inútil e triste! Milhões de pessoas sofrem com esse tipo de problema. É um verdadeiro desperdício, visto que podemos evitar o sofrimento adotando uma atitude diferente e reconhecendo a humanidade à qual as ideologias deveriam servir.

Compaixão e o amor são as virtudes mais preciosas da vida. Por serem muito simples, são difíceis de serem colocados em prática. A compaixão só poderá ser plenamente cultivada à medida que se reconhece que cada ser humano é parte da humanidade e pertencente à família humana, independente de religião, raça, cultura, cor e ideologia. A verdade é que não há diferença alguma entre os seres humanos.
Sem amor, a sociedade humana encontra-se em situação difícil. Sem amor, iremos enfrentar problemas terríveis no futuro. O amor é o centro da vida. Se tiver amor e compaixão por todos os seres sencientes, em especial por seus inimigos, este é o verdadeiro amor e a verdadeira compaixão. O amor e compaixão, nutridos por seus amigos, esposa e filhos, não são verdadeiros em sua essência. São apego, e esse tipo de amor não pode ser infinito.
Para cultivar a sabedoria, é preciso força interior. Sem crescimento interno, é difícil conquistar a autoconfiança e a coragem necessárias. Sem elas, nossa vida se complica. O impossível torna-se possível com a força de vontade...

in PENSAMENTOS DO DALAI LAMA - OS ALICERCES DA PAZ INTERIOR


(E recusa-se o Governo a receber este homem de e da Paz. Quem me dera a mim estar com ele um infimo minutinho que fosse ...)

quarta-feira, setembro 12, 2007

Ra-ta-tu-i

Remy é um simpático ratinho que tem um olfacto apurado e cujo ídolo é um Chéf de cozinha parisiense. Por isso mesmo, Remy sonha em tornar-se um magnífico chefe de cozinha, mesmo contra os desejos da sua família e do óbvio problema de ser um rato numa profissão totalmente inapropriada para roedores ...

Mais uma vez assumo-me fã dos filmes de animação da Pixar. É um filme muito engraçado com um ratinho fofo, fofiiiinho (quase tão fofinho como o Fievel). Vale a pena deixar-nos levar pelo mundo da fantasia durante cerca de hora e meia. De preferência com duas fofinhas ao meu lado, picolinas e de riso espontâneo e solto. Muito bom!

segunda-feira, setembro 10, 2007

Sobre quem já não me lembro de ter sido ...

A distância que se cria entre duas pessoas não se confina à métrica temporal nem espacial. Transcende ambas. Dizes que um dia seguido do outro e de mais outro e outro e assim por diante havia sido o motivo que levava a que há mais de 3 anos não nos mantivéssemos em contacto.
Invocas que esse é o melhor motivo e que não há nenhum outro válido senão a inevitável contagem dos dias.
Leio-te e penso e abano a cabeça. Vejo que não compreendeste nada, que o tempo passou mas que em ti nada mudou. Enganas-te. Apercebo-me pelas tuas palavras que estás prestes a distanciar-te fisicamente daqueles que mais amas, que vais mudar de país. Presumo que te vejas na necessidade de resgatar afectos, que te encontras fragilizada.
E, apesar de compreender que essa tua necessidade se limita pelas barreiras do teu ser, faço-te a vontade. Envio-te, com um clique, não as palavras de afecto que esperas receber, mas apenas aquelas que me são genuínas. Palavras de optimismo pelos dias que hão-de vir. Essas podes levar contigo. O resto – que quase nada é, que se resume a umas memórias de algo ou alguém que nem sei bem quem fui - fica comigo, guardado cá dentro, naquele recanto perdido. Os motivos nunca são suficientes bons para um distanciamento – dizes.
E eu digo que por vezes é tarde demais para nos resgatar-nos a nós próprios. As pegadas que deixamos para trás foram já apagadas pelas ondas do mar.
E que o afastamento daquilo que um dia fomos é irreversível ...

domingo, setembro 09, 2007

Mar de Setembro

"Sabes, quem não acredita em Deus, acredita nestas coisas, que tem como evidentes. Acredita na eternidade das pedras e não na dos sentimentos; acredita na integridade da água, do vento, das estrelas. Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da água no rio onde tantas vezes mergulhámos a cara, para sempre passaremos pela sombra da árvore onde tantas vezes parámos, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos através do silêncio das noites quietas em que tantas vezes olhámos o céu e interrogámos o seu sentido. Nisto eu acredito: na veemência destas coisas sem princípio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos.

E a tua voz ouço-a agora, vinda de longe, como o som do mar imaginado dentro de um búzio. Vejo-te através da espuma quebrada na areia das praias, num mar de Setembro, com cheiro a algas e a iodo. E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas ilusões de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares in Eternamente, texto integrado no livro Não te deixarei morrer, David Crockett.

sexta-feira, agosto 31, 2007

Pirueta - Red Bull Air Race

Red Bull Air Race


Cá está em primeira mão para todos!!!!!

quinta-feira, agosto 30, 2007

Solução Cruzadéns!


Apesar de já teres descoberto todas as soluções.....!





Feliz Aniversário!!!!!!

Porto Sentido e Um Feliz Aniversário

Porque o Porto é sentido por ti.

Porque foi no Porto que te conheci. Quando me lançavas olhares de aborrecimento pela minha falta de vontade de estar atenta, com a tua postura exemplar.

Porque é no Porto que te encontro.

Porque fizeste o teu sapateado, quando estava lavada em lágrimas e com o coraçãozinho partido e achava que o mundo tinha acabado.

Porque sorris comigo nas alegrias.

Porque é para ti que ligo nos momentos de desespero.

Porque é sentido aquilo que sinto.


Feliz Aniversário

Cruzadéns!


Em homagem à aniversariante, aqui vai uma charadazinha :)
Parabéns à menina Ivana, que completa a belíssima idade de 1+10+10+2+1+0+1+2
Que passe um GRANDE dia, rodeada, se possível, das coisas e pessoas que mais gosta!!

Beijinhoooooo!

quarta-feira, agosto 29, 2007

terça-feira, agosto 28, 2007

Mimo sonoro para a lady que "aniversaria" hoje

Hoje és rainha, minha princesa.
Miss you...

Memórias do Bacalhau


Episódio pré-histórico - especial Aniversário

O ano é de 1980. O mês é o de Agosto, numa época em que os dias eram daqueles quentinhos, daqueles em que se saía à noite sem precisar do casaco. Em que chovia, mas isso era no ‘estrangeiro’!!
Dia 28: Baby Mary apresenta-se ao mundo. Chorosa, porque queria continuar no bem bom, dentro da barriguinha da sua mãe. De pernas para o ar, recebe como gesto de boas-vindas uma valente palmada no rabo! Baby Mary ressente-se de tal recepção e começa a berrar, amuada.
De repente, sossega. Alguém pega em si, aconchega-a junto ao peito e Baby Mary olha para dentro dos olhos mais reconfortantes, mais meigos e mais amigos da sua vida – os da sua mãe.
A mãe de Baby Mary tinha os olhos de uma Aurora resplandecente e emanavam um enorme calor que lhe aqueceriam o coração ao longo de toda sua vida dali em diante.

Baby Mary era um doce. Uma apple-pie, de cabelinhos escuros. Muito peludinha! A sua mãe rapidamente se apercebeu de duas coisas: a primeira, de que nunca mais conseguiria ter noites de sono de oito horas seguidinhas; a segunda, que estava verdadeiramente apaixonada por aquele ser pequenino e com olhos repuxados à chinesinha!

Depois de algumas latas de leite em pó, de algumas bananas trituradas com bolacha Maria, a Baby Mary foi crescendo em serenidade e equilíbrio.
Até que...

Entra o ano de 1986. Com 6 aninhos completos, Mary tem o coração a palpitar. É o seu primeiro dia de escola! Tudo era novo: a sua bata imaculadamente branca, a sua mochila, os seus lápis, aquela sala, a professora do dente de ouro, os meninos...
Mas Mary estava confiante que iria gostar dali estar. Todos pareciam simpáticos.
Quase que ouvia os passarinhos a chilrearem de alegria lá fora... Até que a professora do dente de ouro se aproximou da sua carteira em madeira. Trazia uma menina pela mão e disse-lhe que se sentasse na sua carteira, ao seu lado.

A menina, de cabelo apanhado num rabo de cavalo, sentou-se junto a si. Mary pensou para consigo: ‘Que bom, uma nova amiguinha!’
- Como te chamas?- perguntou-lhe Mary amistosamente.
- Carminho – respondeu a companheira.
- Não queres saber como me chamo? – disse Mary com um sorriso.
- Ah, na verdade...Essa tesoura em forma de cozinheiro é tua não é? Empresta- ma! – disse Carminho.

Mary nem teve tempo de dizer que sim nem que não. Como boa menina assistiu à pequena Carminho pegar-lhe na tesoura. Ao mesmo tempo que o fez, pegou-lhe também no desenho que estava a fazer durante o tempo em que estivera na sala. Sem dó nem piedade, Carminho tesourou-lhe o desenho!!!!
A pequena Mary assistiu à horrorizada à tragédia!
Carminho, satisfeita, devolveu-lhe o seu desenho e a tesoura.


Os passarinhos tinham subitamente ficado mudos, a professora parecia-lhe agora a bruxa má! Como é que ninguém vira o que lhe acontecera!! A maléfica Carminho arruinara-lhe o desenho!
Mary conteve corajosamente as lágrimas. Decidiu conter-se e esperar (quanto mais não fosse pela hora de escapar daquela sala!!).
(se aquilo era a escola, esperavam-lhe tempos difíceis!)
Os momentos que se seguiram não foram menos tormentosos. A professora do dente de ouro fazia agora a distribuição do material pelos meninos.
- Para guardar os trabalhinhos, cada menino tem uma capa de argolas. Há em azul e em vermelho. Podem escolher a cor e depois vão escrever o vosso nome e cuidar muito bem da capa.

E assim o foi. As capas azuis e vermelhas foram passando até chegarem à carteira de Mary e de Carminho.
- Eu fico com a vermelha! – disse logo Carminho, açambarcando a capa vermelha.


Como havia apenas outra de cor azul pousada na mesa Mary, sem opção, resignou-se e segurou na capa azul.
Mas...Carminho grita:
- Não, afinal fico com a azul e tu com a vermelha! – disse, enquanto lha tirou das mãos.
Mary, mais uma vez controlada, nada disse, nada fez.
Não satisfeita, Carminho:
- Olha, eu quero é mesmo a vermelha!

Dito e feito. Mary hasteou a bandeira branca e rendeu-se. Estava oficialmente tramada com a prenda que lhe saíra como companheira...

Os dias, meses e anos que se seguiram consistiram basicamente em Mary amestrar a pequena Carminho. As duas miniaturas de gente começaram então a entender-se e a trocar berlindes nos intervalos e a partilhar os mesmos gostos quanto a rapazes. Até à quarta-classe ambas sonhavam namorar o mesmo galã e quebra-corações da sala. Mas ficaram-se pela ambição que o rapaz queria era andar de bicicleta e andar sempre fanhoso e a precisar que alguém lhe assoasse o nariz...(Iac!)

Com um corte de cabelo à tigela e muitas sardas na face Mary foi-se tornando amiguinha de Carminho e convidava-a para as suas festas de anos!
Como eram sempre durante o período das férias grandes, a loucura era total!

Carminho nunca se recusava a ir às festas de Mary (de pequenina se torce o pepino...) E lá ia ela toda feliz, em calções curtinhos e sempre de rabo de cavalo! Festas ultra-exclusivas (tanto que o único rapaz lá visto era o irmão de Mary), nas quais o limbo e os concursos de dança eram obrigatórios. Um Must!

O tempo foi passando, o grunge nasceu, cresceu e morreu, o FootLoose passou a ser o disco dos cotas, os Ministars e os Onda Choc foram todos para a universidade, outros seguiram um curso técnico profissional, casaram e tiveram uma data de filhos que nunca souberam o que era o vinil e as meninas Mary e Carminho lá se iam encontrando no mega evento de Agosto (quais festas da extinta Casa do Castelo) – as festas de aniversário de Mary...

E eis-nos chegados a este dia 28 de Agosto de 2007.

Carminho passa em revista na sua memória alguns dos melhores momentos passados com Mary na comemoração de cada aniversário da sua querida amiga, desde pequena, (desde que começou a ser gente e a adquirir regras de convivio social pacifico : )).
E pensa em Mary com muito carinho e que pela, primeira vez em vinte anos!) não lhe vai poder dar pessoalmente um beijinho de parabéns. Fica no entanto, a promessa de o fazer muito em breve : )

Mary, por seu turno, estará sentada na sua secretária de trabalho londrina. Vai abrir a sua mail box durante a pausa de almoço e, enquanto ‘morderá’ o seu almoço (uma japonesisse qualquer), lerá estas palavras que Carminho lhe dedica e vai sorrir tal e qual a Mary picolina de outrora.
Eu sei que vai. ..


(Espero que estas palavras viagem ao teu encontro. Vão carregadas de carinho, estima e de uma enorme admiração.
Desejo que o teu sopro de velas deste ano seja carregado de renovada esperança nesta vida que é tão bela e tão inspiradora! Tem um dia em GRANDE! Beijinho Enorme!)

sexta-feira, agosto 24, 2007

Em busca do momento - VI


Huelva - Punta Umbría. Ago.07

Os Diários do Volvão - 3







Passamos uma noite e uma manhã em Málaga. Estava já decidido que iríamos partir nessa sexta-feira, após o pequeno-almoço. Nesse fim-de-semana a cidade ia estar em festa. Simplesmente não havia onde dormir de tanta procura.

Partimos em direcção a Torre de Molinos. Quase chegados, paramos numa espécie de miradouro que, para além da vista fantástica, albergava um templo budista (foto).
Inspirador...

Entra-se e logo se sente a agitação e animação típicas de Verão. Sorrimos ao avistar o enorme areal.
É nestes momentos que sentimos que amamos o sol, a areia, o mar, O MAR, enfim...O Verão!
Mais uma vez a mesma estratégia: Mapas no Posto de Turismo e desta vez, ao invés de ir a cada lugar, começamos a telefonar de uma cabine para todos os locais que apareciam na lista dada. Encontramos aquele que para nós não foi o melhor local em termos de condições mas que, sem dúvida, foi o que tinha as pessoas mais acolhedoras e amistosas que nos receberam.
No Hostal Palmera, fomos acolhidos por um casal de senhores já de certa idade. Ele francês, arranhava o espanhol misturando-o com o italiano. Ela era espanhola, com origens portuguesas, vim mais tarde a sabê-lo. Muitíssimo simpáticos e realmente empenhados em que passemos uma boa estadia.

Jantar em Torre de Molinos é muito agradável, mesmo. No centro há uma praça rodeada de simpáticas lojas de artesanato e não só. Em frente existe uma série de restaurantes que se enchem à noite e onde se jantou muito bem das duas noites em que lá estivemos: a bela paella foi obrigatória!
Tem semelhanças com Albufeira? Sim, bastantes.

O que diferencia: as gentes, a praia, em que tens animação ao longo da marginal mas que não é tão ao rubro como no Algarve. Aqui consegue-se respirar, passear...
A praia é simplesmente perfeita. Depois do jantar muita gente, tal como nós, foi sentar-se nas espreguiçadeiras, a disfrutar do mar em frente banhado pelo luar. Muito bom.
No dia seguinte, bem cedo, a praia foi a PRAIA destas férias. (foto).
E estava-se de facto tão bem na Cidade dos Moínhos que nos deixamos lá estar por uns dias...

terça-feira, agosto 21, 2007

Os Diários do Volvão - 2


Amanheceu.
Rumo a Málaga, à descoberta da Costa del Sol.

Estrada afora, a paisagem vai ficando para trás, assim como as palavras de Jamie Cullum sobrepostas pelas nossas vozes...